Oscilação e junção de desenho e fotografia

De 1880 até 1920, fotografias, desenhos e gravuras conviveram juntas nas páginas. Eram mostrada uma linguagem de ilustração, através de charges políticas, muito coloridas e de traços simplificados. Já os fatos do dia a dia eram representados por fotorreportagens, em preto e branco.

Imagens sensacionalistas e até fantasiosas, começaram a aparecer em revistas, e a Vida Moderna, de Arthur Murat, foi uma das primeiras que colocou esse conteúdo no seu material.

E figuras bizarras continuaram a ser utilizadas, como na Revista da Semana.

Revistas de comentário social e político, como O Malho, Pirralho e Careta misturavam imagens e apresentações gráficas, fazendo diagramações com molduras e vinhetas.

A revista Fon-Fon foi à pioneira na fotorreportagem e integração entre texto e imagem, fazendo uso de contrastes. Após ela, poucas aderiram à idéia.

A Avenida foi uma revista, que também se destacou nessa nova era gráfica. Em sua primeira edição, fez sua capa com os recursos do art nouveau, com suave palheta, mas essa arte logo perdeu espaço para contrates fortes, das ilustrações de J. Carlos.

Referências Bibliográficas:

 

CARDOSO, Rafael. O design Gráfico Brasileiro antes do design, Editora Cosacnaify, 2005

 

CARDOSO, Rafael. Impresso no Brasil 1808-1930 – Destaques da história gráfica no acervo da biblioteca nacional, Editora Verso Brasil.

 

 

 

 

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